Hoje eu tive uma gaveta grande no horário. Grande, que me liberou uma hora antes da minha hora de almoço, me fazendo entrar na inércia do ser aqui. E paro para pensar, como talvez pensei outrora, na vida.
É engraçado constatar o montante das coisas. Perdas, ganhos e muros ocorrem todos os dias, mas não é sempre que colocamos a cara e a vida a tapa - leia-se: não com diária freqüência. Isso gera uma insensibilidade de proporções bárbaras às coisas pequenas que nos rodeiam. Por exemplo: eu não tenho tempo pra sentir saudade, pois estou sempre muito cansada para tal sentimento. O post anterior a este se deu numa manhã de folga. Eu também não percebo mais quando alguém levanta ou senta ao meu lado no ônibus. As vezes as personas mudam, mas pra mim é a mesma pessoa - a criatura ali já virou uma fumaça constante e inexpressiva.
De vez enquando me apavoro com a movimentação das coisas: acordar de manhã, chegar em casa tarde da noite, pegar duas conduções pra ir, duas pra voltar, trabalhar feito louca e ainda ter pique pra fazer festa, viajar e ver dois episódios de qualquer coisa que meu namorado tenha baixado antes de dormir. Sou possuidora de uma força contida tamanha, que nunca imaginei que tivesse antes.
E a Porto Alegre? Continua alegre, linda, adoro isso aqui... Até agora, pouco me decepcionei com tudo. Só me incomoda bastante essa gripe mal curada. Passei a noite em claro, com falta de ar e muita, mas muita tosse... Pobre São Gabriel.
Estranho sentir o corpo estranhar as condições novas. O custo para me habituar e adequar é um obstáculo verdadeiramente invisível, praticamente virtual, mas eu sou a Super Lizi, posso tudo o que quero ahieuhaiheihihe XD
E agora eu quero mais. Decidi que não quero sobreviver, mas viver e viver bem. Workaholismo nunca foi uma característica minha, prefiro dedicar minha vida às pessoas que amo e que muito me fazem feliz =)))
E por hoje é só, muita nostalgia pra um dia XD
Abraço =))
É engraçado constatar o montante das coisas. Perdas, ganhos e muros ocorrem todos os dias, mas não é sempre que colocamos a cara e a vida a tapa - leia-se: não com diária freqüência. Isso gera uma insensibilidade de proporções bárbaras às coisas pequenas que nos rodeiam. Por exemplo: eu não tenho tempo pra sentir saudade, pois estou sempre muito cansada para tal sentimento. O post anterior a este se deu numa manhã de folga. Eu também não percebo mais quando alguém levanta ou senta ao meu lado no ônibus. As vezes as personas mudam, mas pra mim é a mesma pessoa - a criatura ali já virou uma fumaça constante e inexpressiva.
De vez enquando me apavoro com a movimentação das coisas: acordar de manhã, chegar em casa tarde da noite, pegar duas conduções pra ir, duas pra voltar, trabalhar feito louca e ainda ter pique pra fazer festa, viajar e ver dois episódios de qualquer coisa que meu namorado tenha baixado antes de dormir. Sou possuidora de uma força contida tamanha, que nunca imaginei que tivesse antes.
E a Porto Alegre? Continua alegre, linda, adoro isso aqui... Até agora, pouco me decepcionei com tudo. Só me incomoda bastante essa gripe mal curada. Passei a noite em claro, com falta de ar e muita, mas muita tosse... Pobre São Gabriel.
Estranho sentir o corpo estranhar as condições novas. O custo para me habituar e adequar é um obstáculo verdadeiramente invisível, praticamente virtual, mas eu sou a Super Lizi, posso tudo o que quero ahieuhaiheihihe XD
E agora eu quero mais. Decidi que não quero sobreviver, mas viver e viver bem. Workaholismo nunca foi uma característica minha, prefiro dedicar minha vida às pessoas que amo e que muito me fazem feliz =)))
E por hoje é só, muita nostalgia pra um dia XD
Abraço =))
2 comentários:
Nice. :)
Por aqui, tô vendo que começar a se impor tem suas vantagens, vacas-de-presépio só levam chicotada... :P
ui, que meda =P
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