6 de junho de 2007

impossibilidade


Definitivamente esta é uma constante nos dias de hoje. Só hoje ouvi mais de três vezes "a senhorita está automaticamente impossibilitada de...". A primeira vez foi no banco. A segunda vez foi na loja de celular. A terceira, nem lembro... Deve ter sido a minha cabeça mesmo.

Com isso, cada vez mais constato a minha teoria de que 'tudo vai dar errado sempre'.

E o pior é que me sinto assim, mãos e pés atados. Eu quero dinheiro, quero passar por cima dos outros, quero colocar o som bem alto, quero que tudo se exploda! Cansei de tantas impossibilidades! Quero ficar quietinha no meu cantinho, onde ninguém, com excessão de uma pessoa, possa me achar.

O mais engraçado é que quanto mais eu me largo de mão, mais as coisas me procuram. Há uma insistência na minha não-desistência incrível. Um exemplo nítido são as minhas notas: eu não estudei pra prova alguma esse ano e minha percentagem de frequência está baixíssima, mas só rodei por menos de meio ponto em uma cadeira. Não, eu não acho isso legal, mas também não acho ruim (pior seria se eu me matasse nos cadernos e rodasse em tudo). Família, namorado e amigos é que me arrastam nessa situação - odeio andar arrastada, logo odeio essa situação =P

Eu preciso de dinheiro. Me disseram que pra arranjar algo bom, preciso de um diploma. Achei tanta graça, pois não tenho perspectiva alguma de nada, ainda mais em letras =P

Agora, estou impossibilitada: não tenho grana, tem essa maldita faculdade que já deu pra bola pra lá do ano passado, milhares de problemas que se acumulam e muita, mas muita vontade de mandar tudo pro inferno e sair daqui.

E agora tem esse maldito feriado... Como os odeio!

Ah, como eu queria que esse relógio quebrado retrocedesse até o final de semana passado e parasse de vez lá... Tão bom!

Um comentário:

Anônimo disse...

Pois ainda acho que, pelo menos na freqüência, vais ser aprovada. O que, convenhamos, é de irritar quem vai todos os dias...

E ganhar dinheiro na Letras é fácil, basta vender a alma. Mas concordo, não vale a pena.