25 de setembro de 2006

Tem uma coisa no seu nariz... Ãh... Pronto, pronto!

Eu poderia falar de como os Engenheiros tocaram bem e do tanto que gostei de estar com meus amigos no Cassino. Mas prefiro não. No entanto, cantei e pulei bastante, se querem saber.

Eu poderia falar de como estou atribulada de coisas sem sentido de uma universidade ridícula e fadada ao fim, em uma cidade de mesma estirpe. Mas não. Só digo que invejo profundamente os formandos que estão caindo fora daqui.

Eu poderia dizer o quão decepcionada estou com algumas pessoas que costumava considerar na minha vida. Mas não, elas não merecem.

Eu poderia pegar e fazer uma sacanagem no meu orkut. Sei lá, escrever meu nome errado e mudar minha descrição... Algo bem trouxa. Mas não, deixa eu ser o que está lá.

Então o que vim fazer aqui? Não tenho a menor idéia. Faltam 5 minutos pra aula começar e me encontro aqui, refocilando na minha ignorância. Não fui à faculdade pq estava com dor de dente. O siso. Ele é a válvula de escape da minha vida, cada vez piora. Devo mandar arrancá-lo qualquer dia. Também tenho que levar meus outros exames à médica, pois apareceram uma série de irregularidades que nem é bom mencionar.
Enquanto eu me alieno, minha mãe abre as janelas e conversa com as pessoas. Na parada do ônibus, ela começou a conversar com uma senhora, e descobriu que esta conhecia toda nossa família. É muito engraçado...

_Senhora, tem uma coisa no seu nariz... Ãh... Pronto, pronto!
_Saiu?
_Sim, era uma pelezinha...
_Ah, esqueci de passar creme, Liziane!

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