14 de abril de 2006

Então...

Quando eu decido fazer as coisas acontecerem geralmente tenho sucesso. Mas desta vez... Enfim, dá vontade de ficar na janela olhando o infinito, feito cão que baba em dia de passeio.
Hoje me mandaram um poeminha do Quintana que eu tinha no meu caderno de poesia quando na 7ª série. É meio trouxa, mas pseudo-profundo: "lembrar que te esqueci"... Eu gosto dele, pelo menos parecia gostar. Coisas se dissipando...

As estrelas estão caindo, como disse Sr. Russo. Mas não me preocupo mais em apartá-las.

Gravei os dois CDs do Interpol pra ouvir no ônibus, no trabalho, na calçada, na aula, na venda da esquina e feito "magal" no canalete domingo... Recebi meu ordenado para gastar com chiclete, bala, pirulito e chips fandangos milho. Comprei umas roupas novas, mas procuro uma camiseta do Interpol que eu goste. Me adicionaram no orkut e nem sei quem é.
Me acordei pensando outro dia: "Lizi, pára de porra!"
Enfim...

As pessoas estão vazias, se tocarmos, quebram e deixam sair moscas de dentro.

Não tô com muita vontade de ver gente bonita por aí, só queria mesmo apagar a tarde toda. Dada impossibilidade de concretização do ato por falta de meios exteriores, resolvi ver os comentários deste pelo qual vos falo. Não pretendo polir estrelas quebradas. Só estou tomando coragem pra terminar o serviço.

Um comentário:

Lizi disse...

But if my life is such a big joke, why should i care...