Eu sou como a chuva que bate na tua janela; eu sou como o vento que esfria teu coração; eu sou a sombra que escurece teu caminho, trazendo-te a mágoa e, de uma lembrança, a decepção.
Eu quereria ser diferente, ter aparência de gente, deixando-te ir em frente... Mas é que de repente vem o sentimento latente das memórias do que não houve, nas recordações oníricas de uma oração, que clama baixinho pelo teu perdão.
Isso é nada pessoal, só veio na minha cabeça e eu fui escrevendo. Parece algo direto do muro das lamentações internas do cunho existencial de alguém. Não sei.
Nunca havia postado coisas aleatórias que escrevo aqui. Não me preocupo com grafia, gramática, pontuação... Só escrevo. Escrevo parágrafos soltos, incoerentes e inerentes à realidade de qualquer um. Contraditoriedade pura! Quem me entende?!
Abraço!
Eu quereria ser diferente, ter aparência de gente, deixando-te ir em frente... Mas é que de repente vem o sentimento latente das memórias do que não houve, nas recordações oníricas de uma oração, que clama baixinho pelo teu perdão.
Isso é nada pessoal, só veio na minha cabeça e eu fui escrevendo. Parece algo direto do muro das lamentações internas do cunho existencial de alguém. Não sei.
Nunca havia postado coisas aleatórias que escrevo aqui. Não me preocupo com grafia, gramática, pontuação... Só escrevo. Escrevo parágrafos soltos, incoerentes e inerentes à realidade de qualquer um. Contraditoriedade pura! Quem me entende?!
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