10 de novembro de 2005

Ai, meu Deus! Eu tô pensando muito...

Demais em coisa que acho que devia. Mas nem tanto assim como acho que é correto.
Nem eu me entendo! :D

Hoje me lembrei desta lendária criatura, o príncipe das Arábias pelotenses, o pequeno Nabil. Esse pequeno era um pirralho que infernizava a vida da minha mãe no antigo serviço dela, pois ele era o sobrinho do patrão e a pobrezinha da dona Ana, além de cuidar do caixa, tinha que aturar o peste. Claro, quem aturava o stress dela era eu :P, então resolvi criar um comic chamado "As aventuras do Pequeno Nabil". Como nunca vi a criança pessoalmente, tentei fazer algo parecido com o Alladin, mas saiu mais pra mangá do que pra outra coisa :P

Achei interessante postar isso aqui, pois achei os esboços dos quadrinhos na estante e quase morri de rir. Eu tinha uns 15 anos quando desenhei aquilo e até que ficou engraçado :)

Quem nunca teve um momento de incerteza na vida? Quem nunca sentiu a ausência de chão sob os pés? Quem nunca perdeu o fio da meada uma vez na vida e caiu pra fora da casinha?

Pois é. Eu estou meio fora da casinha. Bom, apesar d'eu ser exacerbadamente fora da casinha convicta, há uns 41% de mim que está mais fora de qualquer casinha o possível. Atribuindo isso a uma possível falta de objetivos, percebi que estava infimamente vivendo. Talvez algo do gênero "minha vida sem mim". Resolvi dar um fim, com laçarote e tudo, chutando o santo e mandando a macumba proutro lado: resolvi revolucionar.

Essa revolução é quieta, porém muito significativa e, espero eu, duradoura. Chega de patacoada na vida. Pra que empacar feito mula teimosa, se a vida é uma pra ser vivida? Há uma drástica diferença entre 18 e 81! Assim como o seguro, qualquer dia vou morrer... Tá certo, não vamos nos enlouquecer, mas podemos ser felizes sem entrarmos em paranóia!

Vou trabalhar. Não sei, não sei e ainda não sei, mas decidi isso. É, também não sei, mas vai dar certo :)

A vida não só é feita de subjetividades do mundo onírico... Quero experimentar o mundo real pra variar.

Ontem saí com a mãe, vi roupas, paguei contas, olhei vitrines, comprei presentes, fiz minha carteira de trabalho e lanchei no Planetários. O lanche era suco de laranja e sanduíche prensado: o mesmo que costumava comer quando estudava em milhares de lugares e não tinha tempo pra parar em casa. Aí me lembrei duma vez quando estava na oitava série e fazia inglês, informática e pré CTI: tive que passar no escritório dum amigo do pai pra deixar uns documentos e fiquei presa no elevador... Perdi os 15 minutos do lanche e me atrasei pro Inglês =(
hauhsuiahs Que comédia!

Mas este post é dedicado aos meus leitores! Sim, os que iniciaram esta jornada na "blogoesfera" comigo e os que eu nem sabia que sabiam da existência do meu blog :P Um abraço especial pra Jana, pro Italiano (prometi que iria mencioná-los) e pra todo mundo que passa por aqui!

:D

4 comentários:

disse...

tem leitores implícitos vc é?
Olha, pára com a idéia de se entregar a automatização! Shame on you!! Deixa os laçarotes e a subjetividade tomarem conta ;)
Ah, sobre a minha escrita, sabe q passo por uma época de mudança de tom de pensar. é estranho, mas refleti q é isso, afinal o blog sai no ritmo do pensamento
;****8

Tiago Tresoldi disse...

É engraçado como o teor de nossos blogs anda tão parecido.

Trabalhar? Mas... e o HELLI? Não estás pensando em abrir mão do sonho de qualquer acadêmico do inglês, estás? It´s not professional to give up! :P

Só cuida para que trabalho não vire rotina, não vire compromisso para sempre. Ter atividades é ótimo, poucas coisas são melhores, mas compromissos não são lá muito positivos.

Andréia Pires disse...

aleluia duas vezes! Parece que todos resolveram voltar ao mesmo tempo! Coisa boa. Já é o clima de natal chegando.. :P bjão, guria. sorte. :)

Tiago Tresoldi disse...

Batatinha, quando nasce,
espalha rama pelo chão;
Japonesa, quando pensa,
acaba me dando razão.

(que métrica tosca que ficou!)