29 de outubro de 2005

How I wish I was a big fish...

Sem sombra de dúvidas...

Este filme é maravilhoso, com elenco de equivalente estirpe. Havia tempos que estava querendo assistí-lo e hoje o fiz. Num dos momentos de maior questionamento sobre os rumos de minha vida, vem este filme que, do nada, contagia e faz com que eu tenha vontade de virar tudo ponta-a-cabeça. Não pelo motivo d'eu não ser feliz hoje, pois segundo o teste da Globo sou um mísero habitante proveniente do Limbo, mas pelo motivo de que algo quero ter para contar aos meus filhos, netos, bisnetos (...), enchendo-os de esperanças sobre sermos aquilo que acreditamos ser, para que eles acreditem, façam e sejam. Eu quero acreditar, fazer e ser. Eu quero sair daqui e ter outra vida. Quero fazer o que me faz feliz, assim que descobrir como se desfaz o nó da teia invisível que me prende. Mas eu quero acreditar, fazer e ser. Quereria ser um peixe num oceano enorme, mas sinto que, por hora, o que me resta é aceitar minha condição de peixe que não cresce por culpa de um aquário pequeno...




Minha metáfora favorita (com exceção daquela que nomeia o filme, claro :): talvez no Brasil isso fosse algo como pendurar as chuteiras :P

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