11 de fevereiro de 2005

Falando e divagando, em meio a devaneios e loucuras imaginaveis, reluto ao meu presente, acalentando-me num futuro passado (ou seria passado futuro?), entre o que vai e o que não vai se fazer de minha vida. As flores estão morrendo na varanda e eu não as vejo. Quando a porta se abrir, a pessoa mais importante deixará de importar. Andando de lá pra cá, sabe que nunca irá chegar. Quando a porta se abrir, deixarei o sol entrar. Pois fechei minhas janelas e me fiz na escuridão. Minha casa se infestará de luz, mas esta me queimará. O corpo é a moradia da alma, mas ainda assim minha alma está sem lar. Por isso eu fico a vagar e divagar. Olho as flores e as deixo sem regar. Olho as flores e me ponho a chorar. Não vejo sentido nisso e nem naquilo. Passo anos sem mudar e paredes a atravessar, levando comigo uma dor. Esta que nunca irá faltar. Por que estou aqui, querendo falar de ti e acabando em mim? Passo por mim universos paralelos, mas só neste te achei como deveria te achar. Por isso não fui. Não. Estou ainda preso à tua pessoa.

uehiuahuiehiuahei
Baita viagem...

Não tenho o que postar hoje, pelo menos nada de relevante, mas isso era algo para ser... ser... e é. É qualquer coisa que der de interpretar. Entendam o que quiserem. Se tiverem uma idéia do que possa ser, postem aqui.

Estou com saudades do pessoal da FURG e estou cheia de questões que devem ser resolvidas em curto prazo, então fico me alienando à pensamentos malucos...
hauheuiahiea
fsss Lizi

Um comentário:

disse...

nem me fale em pensamentos malucos... tb sinto saudades do pessoal da FURG ;~(

Certo dia sonhei ctgo, me acordaram bem qdo estavamos conversando, tipo voltando da aula no HU

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